Nesta quinta-feira, dia 04/07, o portal da revista Exame trouxe uma matéria sobre a disputa entre a Operadora Amil e a rede de hospitais D’Or São Luiz na renegociação das despesas médicas.
De acordo com a matéria, a D’Or não aceitou mudar o modelo de remuneração acordado com a Amil, que é o fee for service. Nesse modelo, o hospital fica liberado para realizar exames e tratamentos e, depois, manda a conta ao plano. A operadora sugeriu um novo acordo, que seria pagar preços fechados por tratamento.

O diretor técnico da Planisa, Marcelo Carnielo, analisou o cenário e ressaltou que a situação tende a ser prejudicial para as duas companhias. “O ideal é buscar ganhos de eficiência em conjunto, para que o paciente saia ganhando. A inflação médica não pode virar apenas uma disputa financeira”.

O diretor também destacou que sobram ineficiências no setor que poderiam ser atacadas conjuntamente. Por exemplo: 28% das diárias hospitalares são usadas por pacientes com alta. A taxa de ocupação dos centros cirúrgicos é de 34%. Quem mais precisa de auxílio na mudança para o pacote de remuneração fechado, nesse contexto, são hospitais menores, menos acostumados a contabilizar custos.

A Planisa é líder em gestão de resultados e trabalha com projetos amplos de redução de custos e ganhos de eficiência, atuando na revisão do planejamento estratégico, diagnóstico econômico-financeiro, governança clínica baseada em metodologia DRG e gestão orçamentária.

Link da matéria: https://exame.abril.com.br/revista-exame/de-quem-e-esse-custo/