As dificuldades contumazes de financiamento tanto na esfera pública, quanto na privada exigem do setor saúde que o consumo seja nem mais, nem menos; no tempo certo e no local adequado. Em outras palavras, não se pode fazer mais exames do que o necessário, um paciente com AVC (acidente vascular cerebral) precisa ser atendido e diagnosticado no tempo correto e que cada paciente seja submetido aos recursos necessários de assistência – mais uma vez – nem mais, nem menos.

Por outro lado, somos diariamente bombardeados por novas tecnologias, equipamentos caros, novos medicamentos; ficamos encantados com as perspectivas infinitas da tecnologia, a tal era da saúde 4.0. Porém, mais do que equipamentos de alto custo, precisamos de pessoas competentes e dispostas a cuidar.

Apesar de tudo, ainda temos doenças infecciosas como o sarampo, 100 milhões de pessoas sem acesso a saneamento básico, a diarreia e a desnutrição sendo a quarta e sétima causa respectivamente de mortalidade em crianças de até 5 anos no Brasil em 2017. Na esfera mundial, cinco crianças morrem por minuto no mundo por desnutrição
De acordo com relatório das Organização da Nações Unidas: “Apesar do declínio constante na mortalidade entre crianças com menos de cinco anos, sete mil recém-nascidos morem todos os dias”.

Para mudança deste cenário, cada um dos atores do setor saúde precisa fazer a sua lição de casa, num pais com setor de saúde maduro, a esfera privada e pública precisa ser complementar, diminuir rapidamente os excessos e a utilização desnecessária, diminuir a dependência de hospitais, que custam caro, e principalmente, focar assistência no paciente, torná-lo protagonista de sua própria saúde; o paciente precisa ser o CEO de sua própria saúde.

A Planisa é uma consultoria especializada em saúde, que trabalha exaustivamente para oferecer soluções que diminuam desperdícios e que gerem ganhos de eficiência nas Instituições de Saúde.