Palavra do Presidente

No inicio deste ano, a Planisa e a NCI – Soluções em Saúde fortaleceram sua aliança estratégica a fim de oferecer inovações tecnológicas para o segmento da saúde e criaram a Planisa Tech. A nova empresa é fruto de uma parceria que veio crescendo ao longo de anos, e se concretiza no momento em que Planisa estará completando 30 anos de excelência em serviços de consultoria em custos no Brasil e no exterior.

 Planisa e Planisa Tech juntas, em sintonia com o mercado e sempre procurando atender às suas novas exigências, convergem seus produtos para ampliar o foco em “Gestão de Resultados”, por meio de três pilares: Gestão Estratégica de Custos, Gestão de Faturamento e Gestão da Qualidade Assistencial, por meio do DRG – Diagnosis Related Groups.

 Esses produtos, em separado e/ou em conjunto, certamente irão contribuir decisivamente para a efetividade de seus resultados! Estamos à disposição para apresentá-los a você e sua à equipe. Maiores informações, em nosso site: www.planisa.com.br .

 

EVENTOS PLANISA

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26º CONGRESSO FEHOSP E FÓRUM PLANISA DE GESTÃO DE CUSTOS

A Planisa participou do 26º Congresso de Presidentes, Provedores, Diretores e Administradores Hospitalares de Santas Casas e Hospitais Beneficentes do Estado de São Paulo (FEHOSP), realizado no dia 02 de maio de 2017, no Tauá Hotel – Atibaia – São Paulo.

Contamos com a participação dos palestrantes:

  • Sr. Benedicto Accácio Borges Neto – Coordenador de Saúde da Coordenadoria de Regiões de Saúde da SES/S;
  • Prof. Dr. Luis Ricardo Dalbells – Especialista em Infectologia pela UNIFESP – Coord. Controle de Infecção do Hospital Santa Isabel – Irm. Santa Casa de São Paulo – Laboratório Astellas;
  • Sr. Ricardo Conti Barbeiro – Diretor Administrativo;
  • Srª Eliane Francelino – Coordenadora de Enfermagem;
  • Sr. Ricardo Olechnovicius – Gerente de Controladoria;
  • Srª Selma Santos – Gerente Corporativa de Faturamento – Administração Corporativa – ACSC – Associação Congregação Santa Catarina;
  • Sr. Jader Pires – Diretor Superintendente – Santa Casa de Araraquara.
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FEIRA E FÓRUM HOSPITALAR 2017

Mais uma vez a Planisa esteve presente na Feria Hospitalar, entre os dias de 16 a 19 de maio. Nosso stand recebeu inúmeros convidados e visitantes nacionais e internacionais, possibilitando maior aproximação com o público e a conquista de novos negócios.
Nossos agradecimentos a todos, pela presença!

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II FORUM DE SAÚDE BAHIA E 11º WORKSAÚDE - O FUTURO DA SAÚDE: REPENSANDO TABUS E NOVOS DESAFIOS”

Realizado pelo Sindicato das Santas Casas e Hospitais Filantrópicos do Estado da Bahia (Sindifiba) e Federação das Santas Casas da Bahia (FESFBA), o evento teve como público alvo os profissionais de saúde e contou com a participação de várias lideranças do norte e nordeste.

O diretor técnico da Planisa, Marcelo Carnielo representou a Planisa e na ocasião proferiu a palestra “Gestão Estratégica de Custos” – Demonstrar a Importância do Controle e Gestão Estratégica de Custos como pontos fundamentais para a rentabilidade, qualidade e competitividade das instituições de saúde, principalmente em períodos de grande instabilidade financeira.

NOVIDADES

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DRG Brasil: metodologia de gestão e melhoria da qualidade dos serviços hospitalares totalmente adaptada ao sistema de saúde brasileiro

Países da América do Norte, de toda a Europa Ocidental, África do Sul, Ásia e Oceania utilizam nos hospitais e fontes pagadoras públicas e privadas de serviços de saúde a metodologia DRG (diagnosis related groupsou grupos de diagnósticos relacionados). Essa classificação, desenvolvida na Universidade de Yale, nos Estados Unidos, nas décadas de 60 e 70, tem o objetivo de definir o grau de risco clínico do paciente para fins de gerenciamento da qualidade assistencial-hospitalar e de custos.

Após dez anos de estudos, uma equipe de médicos PhDs do Instituto de Acreditação e Gestão em Saúde (IAG Saúde), adaptou o DRG norte-americano para o sistema de codificação brasileiro. A tecnologia define em categorias os tratamentos hospitalares, a partir da combinação dos seguintes dados de pacientes: diagnósticos, idade e procedimentos. Cada categoria do DRG Brasil agrupa pacientes clínicos ou cirúrgicos com graus de risco semelhantes podendo ser antecipado o consumo de recursos para a realização de seu tratamento hospitalar – como os custos de materiais, medicamentos e diárias, assim como os resultados assistenciais esperados, incluindo mortalidade e complicações associadas ao tratamento. Com isso, é possível mensurar e gerenciar os custos e resultados assistenciais entregues pela organização hospitalar.

O grande diferencial da metodologia DRG Brasil é que ela é totalmente refinada às características da população brasileira e do sistema de saúde local, abrangendo todas as faixas etárias (incluindo neonatos e pacientes pediátricos) e identificando os pacientes com diferentes criticidades assistenciais. Segundo a médica Tania Grillo, diretora do IAG Saúde, “Para o gestor hospitalar, o uso da metodologia DRG Brasil traz a oportunidade de implementar melhoria contínua nos resultados assistenciais, reduzir os custos e aprimorar a segurança com base no grau de risco de seus pacientes”.

Sabe-se que um dos maiores desafios das organizações de assistência médico-hospitalar é o de implementar ações para reduzir a frequência de erros humanos e de falhas nos processos e estabelecer formas de garantir a segurança assistencial. Pensando nisso, cada novo erro ou evento adverso relacionado à assistência é codificado no DRG Brasil, criando um banco de dados que relaciona as condições adquiridas à categoria de risco do paciente acometido por estas complicações, propiciando a implantação de programas de gerenciamento de risco assistencial de alto impacto na melhoria da assistência.

Pesquisa da UFMG sobre o DRG

Estudo realizado por médicos pesquisadores da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) mensurou a produtividade dos leitos dos hospitais brasileiros e estabeleceu comparação com os hospitais americanos, pela metodologia do DRG. Segundo o professor de Medicina da UFMG, Renato Couto, a produtividade é entendida como o tempo de utilização dos leitos, medido através dos dias de permanência de cada paciente internado, para a realização de um tratamento hospitalar. Gerenciar a produtividade dos leitos com segurança para o paciente é tratar mais pacientes usando menor tempo de internação. “Esta informação e gerenciamento são pontos críticos para que os hospitais aumentem a disponibilidade de leitos sem a necessidade de maiores investimentos. Tratar mais pacientes no mesmo número de leitos hoje existentes é crítico em um cenário macroeconômico de contingenciamento de custos”, comenta.

Foram analisados 145.710 relatórios de altas em 117 hospitais brasileiros. Estes hospitais apresentam características que os torna representativos de hospitais tanto da saúde suplementar quanto do SUS. Considerou-se o tempo em dias de permanência no leito hospitalar como o principal fator que está ligado diretamente ao custo e desempenho da produção assistencial. O estudo concluiu que a produtividade dos hospitais brasileiros estudados é 28,4% menor que a dos hospitais americanos, sendo pior para os tratamentos clínicos. Ou seja, é possível tratar pacientes na mesma categoria de risco DRG dos pacientes estudados usando 28% a menos de leitos hospitalares. Segundo Renato Couto, a economia potencial por ganho de produtividade pode ser estimada em bilhões de reais por ano. “Apenas na saúde suplementar o custo anual da assistência hospitalar é da ordem de R$ 32 bilhões. O aumento de 28% da produtividade hospitalar é uma oportunidade de melhoria de uso de recursos no sistema de saúde nacional. Melhorias nos processos podem proporcionar ganhos da produtividade com benefício para todos os interessados do sistema de saúde. Assistência com menor custo e maior oferta de leitos para os necessitados”, comenta.

Para Renato Couto, a dificuldade de quem gerencia um hospital é comparar e gerenciar custos dos procedimentos, pois existem milhares de peculiaridades na assistência. “Por exemplo, uma cesariana realizada em uma jovem sem nenhum problema de saúde é diferente de uma cesariana em uma gestante com hipertensão, diabetes gestacional, obesa e com mais de 40 anos”, diz. A solução que o DRG Brasil oferece são “categorias assistenciais” baseadas na combinação das características de cada paciente, o que gera custos e resultados assistenciais previsíveis. Os benefícios proporcionados são o aumento da produtividade hospitalar, governança clínica efetiva e alta qualidade assistencial. “Assunto de relevância nos Estados Unidos, as mudanças tecnológicas no DRG são votadas anualmente e com rigor no Congresso Americano”, comenta Couto.

 

Números do DRG Brasil

  • 13 anos de desenvolvimento
  • 6 anos de experiência no Brasil
  • Mais de 1 milhão de internações avaliadas
  • 20 operadoras e mais de 200 hospitais mais sustentáveis
  • Mais de 5 milhões de usuários da saúde suplementar com melhor assistência
  • Usado por grandes e pequenas organizações, no SUS e na saúde suplementar
  • Usado nos grandes e pequenos centros de todas as regiões brasileiras

NOVOS CLIENTES

Maio/2017

  • Hospital Municipal Vereador José Storopolli – São Paulo/SP
  •  Central de Regulação de Oferta de Serviços de Saúde (CROSS) – São Paulo/SP
  •  Hospital 05 de Outubro – Canaã dos Carajás/PA
  •  Hospital Yutaka Takeda – Parauapebas/PA

Junho/2017

  • Hospital do Câncer de Cuiabá – Cuiabá/MT
  •  Hospital Municipal Pimentas Bonsucesso – Guarulhos/SP